A Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei nº 157/2025, de autoria do Poder Executivo, que garante mais um ano sem aumento no IPTU. A medida cumpre um dos principais compromissos de campanha do prefeito Theodorico Ferraço, eleito em 2024 com a promessa de promover uma cobrança justa, equilibrada e sem reajustes abusivos no imposto. A proposta agora segue para a sanção do prefeito, e os efeitos valerão já em 2026, trazendo segurança jurídica e tranquilidade aos contribuintes. Compromisso cumprido: IPTU sem aumento em 2026 A nova legislação impede que os impactos da Planta Genérica de Valores (PGV), que previa aumentos em casos extremos que poderiam chegar a 4.000%, sejam repassados imediatamente à população. A preocupação com esses reajustes foi um dos pontos centrais das críticas da sociedade durante a campanha municipal de 2024. Com o projeto aprovado, qualquer impacto financeiro da PGV será postergado e diluído gradualmente apenas a partir de 2027, conforme regras previstas na proposta. Regras atualizadas: impacto da PGV só a partir de 2027, e de forma gradual O Projeto de Lei promove ajustes nos artigos 16 e 20 da Lei nº 7.853/2020, reorganizando o repasse dos valores atualizados da PGV. Agora, os efeitos serão aplicados somente de 2027 a 2036, de maneira progressiva: • 2027: 5% • 2028: 10% • 2029: 20% • 2030: 30% • 2031: 40% • 2032: 50% • 2033: 60% • 2034: 70% • 2035: 80% • 2036: 90% • 2037 em diante: 100% Os percentuais não se aplicam a imóveis que tiveram redução no valor do IPTU. Descontos mantidos para 2026 O projeto também garante um alívio direto para os contribuintes em 2026, com descontos significativos sobre eventuais diferenças apuradas em relação ao IPTU de 2020: • 90% de desconto para pagamento em cota única • 85% de desconto para pagamento parcelado Esses abatimentos continuarão valendo exclusivamente para valores de aumento decorrentes do Recadastramento Imobiliário, já que correção monetária e perda de descontos previstos em lei não se enquadram nesse benefício. Ferraço: “Lei mais justa, responsabilidade fiscal e respeito ao contribuinte” Em mensagem enviada ao Legislativo, o prefeito Ferraço destacou que o objetivo é garantir equilíbrio, planejamento e justiça tributária. “Estamos propondo uma atualização responsável da legislação municipal para proporcionar leis mais justas para a sociedade, sem comprometer a responsabilidade fiscal. Precisamos aprofundar estudos sobre os impactos financeiros da PGV e das mudanças da reforma tributária. Por isso, a postergação dos efeitos financeiros é essencial no momento”. Ferraço reforçou ainda o compromisso assumido com a população durante a campanha. “Assumimos o compromisso de impedir aumentos injustos no IPTU, e estamos cumprindo. O contribuinte pode ter segurança de que haverá previsibilidade, justiça fiscal e diálogo permanente”. Aprovação unânime reforça apoio político à medida A votação unânime no plenário da Câmara demonstra consenso entre os vereadores quanto à importância da iniciativa para proteger os contribuintes e garantir estabilidade no período de adequação às novas normas tributárias nacionais. A proposta foi elogiada por parlamentares como uma resposta necessária para evitar impactos financeiros bruscos e assegurar que a prefeitura possa planejar os próximos passos com responsabilidade fiscal. Reforma tributária exige cautela A mensagem encaminhada pelo Executivo destaca que o adiamento dos efeitos financeiros da PGV permitirá ao município acompanhar com mais segurança os desdobramentos da reforma tributária nacional, atualmente em fase de implementação, redimensionando cenários e possíveis impactos no orçamento municipal. Próximos passos Com a aprovação do projeto, o texto segue agora para sanção do prefeito Theodorico Ferraço, que deverá oficializar a medida nos próximos dias, garantindo que o IPTU de 2026 seja cobrado sem qualquer aumento.

Prefeito fala em “dar fôlego” à gestão, mas mudanças ocorrem em meio às articulações políticas do PSD no Estado TESTE

O prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos (PSD), iniciou uma ampla reforma administrativa em sua equipe de governo. Nos últimos quinze dias, cinco secretarias passaram por mudanças no comando — a mais recente nesta terça-feira (11), com a nomeação da nova secretária da Fazenda, publicada no Diário Oficial do município.

As alterações atingem as pastas de Fazenda, Transporte, Trânsito e Segurança Pública, Educação, Assuntos Institucionais e Comunicação Social e a Controladoria-Geral. A Subsecretaria Administrativa de Educação também tem nova titular.

Segundo Renzo, as mudanças foram pensadas para dar novo ritmo à gestão e fortalecer o diálogo interno e com a população.

“Até aqui tínhamos um time de secretários imbuídos de uma missão específica, que era a de chegar e alicerçar nossa administração. Mas essas mudanças, agora, foram pensadas para ganharmos tração e aprofundarmos o diálogo com os moradores, ouvindo também nossos servidores. Tenho enorme gratidão aos secretários que deixaram suas posições, mas essa mudança já estava planejada lá atrás. Colatina está olhando para o futuro”, afirmou o prefeito.

Renzo destacou ainda que os novos nomes são, em sua maioria, servidores de carreira ou profissionais da cidade, reforçando o caráter técnico das trocas.

Cenário político e bastidores

A movimentação, porém, ocorre em meio ao intenso rearranjo político do PSD no Espírito Santo, sob liderança do próprio Renzo, que também é presidente estadual da sigla. Desde a filiação do ex-governador Paulo Hartung, o partido se tornou peça central nas negociações por alianças e construção de palanques para 2026.

Nos bastidores, a legenda articula candidaturas estratégicas, entre elas, a do deputado estadual Sergio Meneguelli (Republicanos), que deve migrar para o PSD com o objetivo de disputar uma vaga no Senado.

Outro nome que vem ganhando força é o da primeira-dama de Colatina, Lívia Vasconcelos, médica e cotada para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Apesar das movimentações políticas, a Prefeitura de Colatina nega qualquer relação entre a reforma administrativa e o cenário eleitoral. Em nota, a assessoria informou que as mudanças são técnicas, não motivadas por indicação partidária.

Ainda assim, fontes próximas ao governo municipal afirmam que novas alterações no primeiro escalão não estão descartadas, o que mantém o clima de expectativa dentro e fora da Prefeitura.

O vereador Leonardo Monjardim (Partido Novo) vem se destacando como um dos principais defensores da educação e da leitura na Câmara Municipal de Vitória, na qual o prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) sancionou diversas leis de sua autoria voltadas à formação de leitores, à valorização das bibliotecas escolares e à democratização do acesso aos livros na rede pública de ensino da capital.

Entre as iniciativas de maior alcance está a Lei nº 10.095/2025, que dispõe sobre a criação da Política de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares do Sistema Municipal de Ensino de Vitória, norma que coloca a capital capixaba em destaque no cenário nacional, como uma das cidades pioneiras na matéria. A legislação incentiva o hábito da leitura desde a educação infantil e fortalece o papel das bibliotecas escolares por meio de atividades lúdicas, parcerias com escritores, livrarias e agentes culturais, além da criação de ambientes acolhedores, como cantinhos de leitura e rodas literárias.

Um dos pontos centrais é a criação da Rede de Bibliotecas Escolares de Vitória, que interliga as unidades em um sistema colaborativo, modernizando a gestão dos acervos e promovendo o intercâmbio entre bibliotecários. A proposta surgiu a partir de uma sugestão da servidora municipal Mariluce de Souza Corrêa, bibliotecária da Secretaria de Educação, que desenvolveu o projeto em seu Mestrado Profissional em Biblioteconomia pela UNIRIO: “A leitura é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento integral dos estudantes. Com essa política, queremos formar uma geração de leitores críticos, criativos e engajados”, destacou o vereador Leonardo Monjardim.

Premiação “Grandes Leitores”

Outra iniciativa do parlamentar é a Lei nº 10.028/2024, que institui a premiação “Grandes Leitores” nas escolas municipais de ensino fundamental. A premiação reconhece os três alunos que mais lerem livros em cada semestre letivo, estimulando o interesse pela literatura e o prazer da leitura. O programa forma leitores assíduos, amplia o universo cultural das crianças e reforça o papel da escola na formação cidadã: “Queremos despertar o amor pelos livros e mostrar que a leitura é o caminho para uma vida mais produtiva e significativa”, afirmou Monjardim.

Abril Laranja: Mês da Valorização da Leitura

O vereador também é autor da Lei nº 9.996/2023, que inseriu no calendário municipal de Vitória o “Abril Laranja”. A escolha do mês coincide com o Dia Nacional e Internacional do Livro Infantil, criando um vínculo entre educação, cultura e cidadania. A ação busca estimular o contato das crianças com a literatura e celebrar o poder transformador dos livros.

Dia da Troca de Livros

Seguindo a série de proposições de incentivo à leitura, a Lei nº 9.963/2023 institui o “Dia da Troca de Livros”, comemorado em 11 de agosto, data que celebra o Dia do Estudante. A iniciativa incentiva os alunos a trocarem livros, gibis e obras paradidáticas, promovendo o compartilhamento de conhecimento e o cuidado com o material literário.

A legislação também prevê que a Secretaria Municipal de Educação distribua exemplares adicionais às escolas participantes, fortalecendo os acervos escolares e ampliando o acesso à leitura, uma forma de integrar as ações dos alunos e das unidades de ensino.

Vitória na vanguarda da leitura e da cultura

Com essas quatro iniciativas, Política de Leitura e Rede de Bibliotecas Escolares, Premiação Grandes Leitores, Abril Laranja e Dia da Troca de Livros, o vereador Leonardo Monjardim consolida uma agenda contínua de valorização da leitura e da cultura em Vitória: “A leitura transforma. Ela amplia horizontes, desperta o senso crítico e abre portas para o conhecimento. Nosso objetivo é fazer de cada escola da cidade um espaço vivo de leitura e aprendizado”, complementou.

Vereador e acadêmico

Atualmente em seu segundo mandato, Leonardo Monjardim é membro da Academia Espírito-santense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Atua como professor de Direito, Administração e Contabilidade Fiscal. É escritor e autor de oito livros publicados. Seus projetos aliam inovação pedagógica, inclusão cultural e valorização dos profissionais da educação, colocando Vitória na vanguarda das cidades brasileiras com políticas públicas estruturadas de incentivo à leitura e a formação sólida.

Pré-candidatura ao Senado

O presidente do Partido Novo no Espírito Santo, Iuri Aguiar, confirmou que o vereador Leonardo Monjardim será o pré-candidato da sigla ao Senado Federal. Ele também destacou o apoio do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República, reforçando o alinhamento nacional do partido para as eleições de 2026. Monjardim afirmou que deseja nacionalizar as leis de incentivo à leitura: “Quero levar para o Senado Federal as nossas proposições e fortalecer a política de educação nacional. Tenho recebido vários relatos de pais e professores dizendo que nossos projetos melhoraram o acesso à leitura e estão transformando a formação dos alunos de toda a rede municipal de Vitória”, finalizou.

Na sessão desta terça-feira (9), o vereador de Vitória, Leonardo Monjardim (Novo), fez um duro discurso na tribuna da Câmara Municipal, responsabilizando movimentos de esquerda pela invasão de um prédio público no centro da capital, ocorrida no dia 8 de setembro. O ato foi marcado pela ocupação de dependências do edifício Castelo Branco, antigo prédio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES), localizado na Avenida Princesa Isabel.

Cerca de 72 famílias, totalizando aproximadamente 112 pessoas, entre elas mulheres, idosos e crianças, ocuparam nove dos treze andares do edifício. A mobilização foi organizada pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM-ES), que reivindica políticas habitacionais mais efetivas e o direito à moradia digna.

Vereador Leonardo Monjardim (NOVO)

Monjardim classificou o episódio como “uma vergonha para os capixabas” e afirmou que a ação teve caráter político, com o objetivo de desgastar a gestão do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos). Em sua fala, o parlamentar comparou a repercussão do episódio com manifestações de direita.

“Se fosse um movimento de direita, estavam querendo prendê-los, cercar o prédio, tirar algemados, levando para o ginásio e, quiçá, depois serem condenados a 15, 18, 20 anos de prisão. Mas parece que para a esquerda pode tudo e para a direita nada. Tem que ter a mesma mão de ferro”, disse.

O vereador criticou ainda o que considera conivência do governo do Estado diante da ocupação e questionou a postura de parlamentares ligados a partidos como PT, PSOL e PSB. “Ninguém fala nada. Vocês têm que vir aqui pedir a prisão dessas pessoas. É inadmissível”, disparou.

Durante o discurso, Monjardim também alertou para riscos à segurança da população, citando possíveis confrontos e até o “derramamento de sangue” em decorrência da ocupação. Ele lembrou que o prédio invadido integra o processo de revitalização do centro da cidade, pauta que vem sendo defendida pela Câmara.

“A esquerda, mais uma vez, provoca o mal. Não é contra a Prefeitura, não é contra o prefeito Pazolini, não é contra a Câmara. É contra o cidadão capixaba”, afirmou.

Segundo a Caixa Econômica Federal, coproprietária do imóvel junto ao governo do Estado, a ocupação foi identificada no último sábado (6) e os trâmites legais para reintegração de posse já foram iniciados.

A Prefeitura de Vitória informou, em nota, que o município possui o maior programa habitacional da sua história, com mais de 250 residências entregues a famílias vulneráveis nos últimos cinco anos, além da ampliação do Bônus Moradia. Ainda assim, representantes do MNLM alegam que tais políticas não têm sido suficientes para atender à demanda da população sem-teto.

Por fim, o vereador de direita, defendeu que seja feita a reintegração de posse do prédio ocupado e pediu providências imediatas às autoridades. “Se o Estado não tem culhão para poder fazer isso, o município tem que provocar. Isso é uma vergonha. Não é esse grupo político que pode administrar o Espírito Santo no futuro”, concluiu.

A Justiça Eleitoral registrou nesta sexta-feira (05) a nova composição do comando do União Brasil no Espírito Santo, com vigência de 03/09/2025 a 03/03/2026. O presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), Marcelo Santos, é presidente estadual da sigla após votação unânime da executiva nacional do partido, em Brasília.

O registro está no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP).

“Marcelo assume o comando atendendo ao nosso convite. Estamos trabalhando para o partido crescer em todo país e o crescimento vai começar pelo trabalho dele no Espírito Santo”, adianta o presidente do União Brasil, Antonio Rueda.

Executiva Estadual:

  • Presidente: Marcelo Santos
  • 1º Vice-Presidente: Marcos Guerra
  • 2º Vice-Presidente: Felipe Rigoni
  • 3º Vice-Presidente: Franco Fiorot
  • Secretária-Geral: Joelma Costalonga
  • Secretário Adjunto: Wilton Alves de Souza
  • Tesoureiro: Ernande Alencastre
  • Tesoureiro Adjunto: Yann Piovanelli Machado
  • Membros da Executiva: Denner Januario da Silva; Bruno da Costa Resende; Vanessa Barboza Salarini; Miguel Pedro AMM Filho; Cleveland Fraga Venancio; Rita de Cássia Guzzo; Vitória Reis Coutinho de Almeida; José Luciano Fernandes Lima; Dionatan Cordeiro Hermogenio; Arthur Wernersbach Neves; Samuel de Oliveira Pontes Filho; Bruno Fritz Freitas; Cleber José da Silva; Cristiane Stem; Solange Antunes Resende; Silvério Vieira da Silva; Nelison Miranda dos Santos.

Deputado assume o comando estadual com aval unânime da executiva nacional; Felipe Rigoni deixa a presidência, mas segue na direção da sigla

O União Brasil bateu o martelo: o deputado Marcelo Santos vai comandar o partido no Espírito Santo. A decisão saiu nesta quarta-feira (03), em Brasília, durante reunião da executiva nacional, e foi aprovada por unanimidade.

O movimento marca uma troca importante no comando estadual da sigla. Quem ocupava a presidência era o secretário de Meio Ambiente, Felipe Rigoni, que decidiu renunciar ao posto. Ele, no entanto, segue na cúpula do partido, agora como 2º vice-presidente.

O presidente nacional do União, Antonio Rueda, destacou que a escolha de Marcelo Santos faz parte de uma estratégia maior de fortalecimento da legenda.

“Marcelo Santos atendeu a um convite. Ele chega para trabalhar pelo crescimento do União Brasil em todo o país, começando pelo Espírito Santo”, afirmou Rueda.

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