Google permite compartilhar localização de malas perdidas

Nova função pode ajudar passageiros a localizar bagagens extraviadas em viagens.

Uma nova funcionalidade apresentada pela Google promete ajudar passageiros a localizar malas perdidas durante viagens. O recurso permite compartilhar a localização da bagagem em tempo real quando ela estiver equipada com rastreadores compatíveis. Assim, o passageiro pode informar a companhia aérea exatamente onde o item está localizado.

A tecnologia utiliza dispositivos de rastreamento conectados ao celular, que enviam a posição da bagagem por meio de aplicativos e serviços digitais. Dessa forma, caso a mala seja extraviada em aeroportos ou durante conexões, a localização pode ser compartilhada rapidamente.

Especialistas afirmam que a iniciativa pode facilitar a recuperação de bagagens e reduzir o tempo de espera dos passageiros que enfrentam esse tipo de problema. A novidade faz parte das melhorias contínuas em serviços e aplicativos da Google voltadas para viagens e mobilidade.

Cientistas criam primeira réplica virtual do cérebro de mosca

Simulação digital reproduz funcionamento do cérebro do inseto e pode ajudar em pesquisas científicas.

Pesquisadores conseguiram criar a primeira réplica virtual do cérebro de uma mosca, um avanço considerado importante para o estudo do funcionamento do sistema nervoso.vA simulação digital reproduz a estrutura e as conexões neurais do cérebro do inseto, permitindo que cientistas analisem como os sinais são transmitidos entre os neurônios.

O estudo pode ajudar a compreender melhor como cérebros funcionam, já que o da mosca possui milhares de neurônios conectados em uma rede complexa, mas ainda muito menor do que o cérebro humano. Com a réplica virtual, os pesquisadores podem realizar experimentos em ambiente digital, observando como determinadas atividades cerebrais acontecem e como diferentes estímulos afetam o comportamento do inseto.

Os cientistas acreditam que a tecnologia poderá contribuir para avanços em áreas como neurociência, inteligência artificial e estudos sobre o funcionamento do cérebro.

Nova função do WhatsApp transcreve áudio em texto

O WhatsApp lançou uma funcionalidade que promete facilitar o dia a dia: a transcrição de áudios diretamente no aplicativo. Após testes realizados na versão beta desde julho, a ferramenta está sendo gradualmente disponibilizada para todos.

Com essa novidade, é possível converter mensagens de voz em texto, ideal para situações em que ouvir áudios não é viável, como no trabalho ou em ambientes públicos. Além de ajudar a economizar tempo, o recurso marca um importante passo em acessibilidade, oferecendo uma opção inclusiva para pessoas com deficiência auditiva (PCDs) ou com dificuldades auditivas.

Se ainda não experimentou a nova funcionalidade, veja a seguir um guia passo a passo para começar a usar a transcrição de áudios no WhatsApp.

Atualize o aplicativo: garanta que o WhatsApp esteja na versão mais recente disponível na App Store (para iOS) ou na Google Play Store (para Android), já que o recurso só está disponível nas versões atualizadas. Depois, vá em Configurações > Abra o menu Conversas > Ative a opção de Transcrição de mensagens de voz.

Envie ou receba um áudio: a funcionalidade é compatível com mensagens de voz tanto enviadas quanto recebidas. Após receber ou gravar um áudio para envio, será possível ativar a transcrição.

Selecione o Ícone de Transcrição: ao receber ou gravar um áudio, toque sobre a mensagem. O ícone de “Transcrever” será exibido abaixo ou ao lado do player de áudio. Toque nele para começar a converter o áudio em texto.

Espere pela Transcrição: o tempo necessário para o processo pode variar conforme a duração do áudio. O texto será mostrado diretamente na tela, dentro da mesma conversa.

Visualize o Texto: após a conclusão da transcrição, o conteúdo estará disponível para leitura diretamente no aplicativo. O texto transcrito ficará acessível enquanto a mensagem de áudio não for deletada ou removida.

Configurações ou Desativação: se quiser ajustar ou desativar o recurso, vá até as Configurações do WhatsApp > Acessibilidade e personalize o uso da função de transcrição conforme sua necessidade.

Idiomas: você pode modificar o idioma da transcrição, com suporte para mais de 40 regiões ao redor do mundo.

Privacidade e Limitações

A transcrição é realizada diretamente no dispositivo, assegurando que nenhuma informação seja enviada para servidores externos do WhatsApp ou de terceiros. Áudios com muito ruído ou fala rápida podem gerar transcrições imprecisas, o que pode fazer com que o recurso não registre todas as palavras corretamente.

A transcrição de áudios nativa não só torna o uso do aplicativo mais prático no dia a dia, como também reforça o compromisso da plataforma com a inclusão digital, proporcionando alternativas para PCDs e melhorando a experiência de comunicação para todos. Atualize seu aplicativo, descubra essa funcionalidade e aproveite mais essa comodidade!

A tecnologia pode ser uma grande parceira para todos, desde que seja empregada de forma equilibrada e segura, assegurando que todos tenham acesso protegido e informações confiáveis.

Austrália proíbe acesso a redes sociais para menores de 16 anos

Com o objetivo de proteger a saúde mental dos jovens, o governo da Austrália anunciou nesta quinta-feira uma proposta de lei que fixa a idade mínima de 16 anos para o acesso às redes sociais.

Em uma coletiva de imprensa realizada na cidade de Camberra, o primeiro-ministro Anthony Albanese explicou que essa medida visa reduzir os efeitos negativos das redes sociais na saúde mental dos adolescentes e oferecer aos pais um controle maior sobre o acesso de seus filhos às plataformas digitais.

“As redes sociais estão prejudicando nossos filhos, e eu vou acabar com isso”, declarou Albanese, destacando que a proposta é uma medida necessária, dada a crescente evidência dos impactos negativos no bem-estar dos jovens.

O primeiro-ministro ressaltou que, após a aprovação da lei, os pais poderão comunicar aos filhos que o uso de redes sociais será considerado “ilegal”. De acordo com Albanese, a idade mínima de 16 anos foi estabelecida no Conselho de Ministros na última segunda-feira.

O projeto de lei, que poderá ser votado no Parlamento nas próximas semanas, estabelece um período de adaptação de doze meses após sua aprovação para que seja colocado em prática.

É importante destacar que menores de 16 anos poderão continuar com suas contas nas redes sociais, desde que obtenham a autorização dos pais ou já possuam contas antes da entrada em vigor da lei. Nesses casos, não haverá penalidades nem para os usuários menores de idade, nem para os pais que autorizarem o uso das plataformas.

As plataformas digitais serão responsáveis por garantir o cumprimento da norma, implementando medidas para verificar a idade dos usuários. Para assegurar que as plataformas sigam a regulamentação, a Comissão Australiana de Segurança Eletrônica ficará encarregada de estabelecer diretrizes e exigir que as redes sociais e aplicativos adotem “medidas razoáveis”.

Essa supervisão abrangerá redes como Instagram, TikTok, Facebook, X e YouTube, embora plataformas classificadas como “de baixo risco”, nas quais a exposição a conteúdos prejudiciais seja limitada, possam ser isentas da medida.

Com essa proposta, a Austrália se soma a um número crescente de países que implementaram ou estão avaliando restrições de idade nas redes sociais, devido aos riscos à privacidade e à saúde mental dos menores.

Na Espanha, a idade mínima atual é 14 anos, mas há intenções de elevá-la para 16 anos, com o objetivo de prevenir questões como violação de privacidade, assédio e manipulação digital. Em Porto Rico, a idade mínima foi fixada em 18 anos em julho deste ano, alinhando-se às leis do Texas e da Flórida, nos Estados Unidos, onde as idades mínimas são 18 e 14 anos, respectivamente.

Além disso, Nova York aprovou leis que obrigam o consentimento dos pais para que menores de 18 anos utilizem redes sociais com algoritmos de recomendação, além de restringir a coleta de dados dos usuários jovens.

As preocupações da Austrália refletem uma preocupação global sobre o impacto das redes sociais nos jovens, com estudos apontando para o aumento de problemas como ansiedade, depressão e baixa autoestima entre adolescentes.

Essa proposta de lei faz parte de uma abordagem mais ampla para a proteção dos jovens em um ambiente digital cada vez mais presente. Assim como outras regulamentações voltadas para menores, a Austrália busca definir limites claros no acesso a plataformas digitais, a fim de garantir um ambiente seguro para seus cidadãos mais jovens.

Artistas sírios denunciam horrores da guerra com imagens de pokémons

Criado em 22/07/16 17h19 e atualizado em 22/07/16 17h22
Por RFI Fonte:RFI

Para sensibilizar o mundo dos horrores da guerra, artistas sírios têm reinterpretado as imagens do conflito com pokémons chorando entre ruínas ou ao lado de extremistas, inspirados no jogo Pokémon Go, que se tornou uma febre mundial.

Esse é o caso das fotos que mostram crianças sírias com um cartaz com uma das criaturas imaginárias e uma mensagem pedindo ajuda para que as salvem da guerra. O conflito, que dura mais de cinco anos, já deixou mais de 280 mil mortos e causou o êxodo de mais de metade da população.

“Eu sou de Kafranbel, salvem-me”, diz um dos cartazes com o Pikachu, o famoso pokémon amarelo. Essa cidade, localizada em Idleb (noroeste), província nas mãos da facção síria da Al-Qaeda e de seus aliados rebeldes, tem sido alvo frequente de bombardeios do regime sírio e de seu aliado russo.

Urso de pelúcia

Já o jovem webdesigner sírio Saif Aldeen Tahhan, que reside na Dinamarca, criou imagens nas quais, em vez de personagens como Pikachu, um urso de pelúcia aparece perto de um corpo sem vida, um livro em uma sala de aula destruída por bombas ou um salva-vidas flutuando perto de um barco inflável cheio de refugiados.

“Espero que a mensagem alcance o mundo inteiro, e os sírios possam encontrar segurança”, escreveu em sua página no Facebook.

Nesta sexta-feira (22), o artista e fotógrafo sírio Khaled Akil publicou em seu blog fotografias modificadas, na qual o pokémon Charizard aparece sobre um taque dos extremistas do Estado Islâmico (EI) e um Pikachu, triste, perto de um carro queimado.

Creative Commons – CC BY 3.0

Maior superlua em quase 70 anos pode ser observada nesta segunda-feira

Criado em 13/11/16 11h12 e atualizado em 13/11/16 11h18
Por Líria Jade Fonte:Portal EBC

Nesta segunda (14), será possível observar a maior Superlua em quase 70 anos. Neste dia, a Lua se encontrará a 48,2 mil quilômetros mais próxima da Terra do que quando esteve recentemente no seu apogeu – que é o ponto mais distante da órbita. O satélite não chegava tão perto assim desde 1948 e não voltará a fazê-lo até 2034.

A superlua, contudo, não será no momento do perigeu, que ocorrerá às 9h21 (horário de Brasília). O fenômeno por definição ocorre no momento da lua cheia, que será às 11h54 – nesta hora, o satélite estará a 363.338 km da Terra.

Com exceção do eclipse da Superlua de 2015, não houve nem haverá por muito tempo uma Lua Cheia tão especial, mesmo que curiosamente tenhamos tido três Superluas consecutivas em três meses, a anterior ocorreu em 16 de outubro e a última será no dia 14 de dezembro.

Como isso acontece?

Como em qualquer outra Lua Cheia, o corpo celeste parece maior e mais brilhante quando aparece no horizonte. E o mesmo ocorre com as Superluas. Ainda que elas apareçam 14% maiores e 30% mais luminosas que as luas cheias comuns, são mais surpreendentes quando estão na linha do horizonte e não altas, no céu.

Isso acontece porque a órbita da lua não é um círculo perfeito, então em alguns pontos de sua órbita ela parece estar mais próxima do planeta Terra. “Quando a lua está em seu ponto mais distante isso é conhecido como apogeu e quando está mais perto é chamado de perigeu”, explica o cientista da Nasa Noah Petro.

No perigeu, a lua está cerca de 48 mil quilômetros mais perto da Terra do que no apogeu. Essa proximidade faz com que a lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia do apogeu. Por isso, a lua cheia do perigeu ficou conhecida como Superlua.

* Com informações da Nasa

Creative Commons – CC BY 3.0

plugins premium WordPress
Espírito Santo Sem Limites