






Um movimento identificado como “Acorda Brasil” tem chamado atenção em Vargem Alta, reunindo participantes e gerando repercussão no cenário local. A iniciativa, que também ocorre em outras regiões do país, tem como objetivo mobilizar a população em torno de temas de interesse público e debates sociais.
Registros recentes mostram a presença do movimento no município, com imagens e publicações relacionadas à mobilização. A ação reforça a participação popular em manifestações e iniciativas voltadas à expressão de opiniões e posicionamentos dentro do contexto democrático.
O movimento tem sido citado em meios de comunicação e redes sociais, onde moradores e participantes compartilham registros e comentários sobre a iniciativa. A presença do grupo evidencia o envolvimento de parte da população em discussões sobre o cenário social e político atual.
Até o momento, não há informações oficiais sobre organização formal, lideranças locais ou cronograma fixo de atividades vinculadas ao movimento no município. No entanto, a mobilização demonstra como ações coletivas e manifestações continuam sendo formas utilizadas por cidadãos para expressar opiniões e acompanhar temas considerados relevantes.
A participação em movimentos e manifestações públicas é um direito garantido pela Constituição, desde que respeite as leis e a ordem pública. A presença do movimento em Vargem Alta reforça o papel da sociedade civil na construção do debate público e na expressão democrática.


Um trágico episódio de violência familiar abalou a cidade de Itumbiara (GO) na madrugada desta quinta-feira (12). O secretário de Governo da prefeitura, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, atirou contra os seus dois filhos dentro da residência da família e, em seguida, cometeu suicídio, conforme informado pela Polícia Civil de Goiás.
O filho mais velho, de 12 anos, identificado como Miguel Araújo Machado, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos. O filho mais novo, de 8 anos, foi encaminhado ao Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos, passou por cirurgia e chegou a ser internado em estado grave, mas posteriormente sua morte também foi confirmada em alguns relatos, enquanto outras fontes ainda mencionam estado crítico.
As autoridades informaram que não há indícios da participação de terceiros no caso, e a investigação corre sob responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil, que instaurou procedimento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.
Horas antes do episódio, Thales publicou em suas redes sociais um vídeo com os filhos e declarações de amor, incluindo mensagens nas quais aparecia junto às crianças em momentos familiares. Em outra publicação, ele mencionou dificuldades pessoais e um possível fim do relacionamento com a mãe das crianças, o que, segundo reportagens locais, poderia ter relação com o desfecho trágico, embora a motivação exata siga sob investigação.
Thales era casado com Sarah Tinoco Araújo, filha do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (União Brasil), o que aumentou a comoção na cidade. Diante da tragédia, a Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias, suspendendo eventos e atividades públicas em respeito às vítimas e seus familiares.
O episódio provocou forte comoção na comunidade local e reacende debates sobre saúde mental, violência familiar e prevenção, reforçando a necessidade de atenção e apoio a situações de sofrimento emocional e conflitos pessoais.


Novos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no contexto das investigações sobre o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais antes de sua morte em 2019, incluem menções a nomes de brasileiros e instituições do Brasil, o que tem atraído atenção da mídia e do público.
É importante destacar que constar nos documentos não significa envolvimento em atividades criminosas. Os arquivos incluem e-mails, registros de agenda e outras comunicações que podem mostrar contatos pontuais, menções ou referências, e passam a ser analisados por autoridades e pesquisadores no mundo todo.
Entre os brasileiros mencionados estão:
Especialistas e autoridades ressaltam que nomes incluídos nos documentos podem refletir referências profissionais, contatos ou aparições em registros que não necessariamente apontam envolvimento com o esquema criminoso que motivou a investigação original de Epstein.
A divulgação contínua desses arquivos tem gerado repercussão internacional e local, levantando debates sobre transparência, responsabilidade e interpretação correta das informações. Até o momento, nenhum dos brasileiros citados foi associado formalmente a crimes ligados ao caso Epstein.