Um trágico episódio de violência familiar abalou a cidade de Itumbiara (GO) na madrugada desta quinta-feira (12). O secretário de Governo da prefeitura, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, atirou contra os seus dois filhos dentro da residência da família e, em seguida, cometeu suicídio, conforme informado pela Polícia Civil de Goiás.

O filho mais velho, de 12 anos, identificado como Miguel Araújo Machado, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos. O filho mais novo, de 8 anos, foi encaminhado ao Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos, passou por cirurgia e chegou a ser internado em estado grave, mas posteriormente sua morte também foi confirmada em alguns relatos, enquanto outras fontes ainda mencionam estado crítico.

As autoridades informaram que não há indícios da participação de terceiros no caso, e a investigação corre sob responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil, que instaurou procedimento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.

Horas antes do episódio, Thales publicou em suas redes sociais um vídeo com os filhos e declarações de amor, incluindo mensagens nas quais aparecia junto às crianças em momentos familiares. Em outra publicação, ele mencionou dificuldades pessoais e um possível fim do relacionamento com a mãe das crianças, o que, segundo reportagens locais, poderia ter relação com o desfecho trágico, embora a motivação exata siga sob investigação.

Thales era casado com Sarah Tinoco Araújo, filha do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (União Brasil), o que aumentou a comoção na cidade. Diante da tragédia, a Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias, suspendendo eventos e atividades públicas em respeito às vítimas e seus familiares.

O episódio provocou forte comoção na comunidade local e reacende debates sobre saúde mental, violência familiar e prevenção, reforçando a necessidade de atenção e apoio a situações de sofrimento emocional e conflitos pessoais.

Novos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no contexto das investigações sobre o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais antes de sua morte em 2019, incluem menções a nomes de brasileiros e instituições do Brasil, o que tem atraído atenção da mídia e do público.

É importante destacar que constar nos documentos não significa envolvimento em atividades criminosas. Os arquivos incluem e-mails, registros de agenda e outras comunicações que podem mostrar contatos pontuais, menções ou referências, e passam a ser analisados por autoridades e pesquisadores no mundo todo.

Entre os brasileiros mencionados estão:

  • Luciana Gimenez – O nome da apresentadora surgiu em registros que indicam transferências financeiras entre 2014 e 2019 nas quais ela aparece como destinatária. Luciana publicou comunicado em redes sociais negando qualquer ligação com Jeffrey Epstein e afirmando que nunca manteve contato com ele, além de repudiar as atividades ilegais atribuídas ao financista.
  • Izabel Goulart – A modelo foi citada em uma troca de e-mails de 2011 em que Epstein mencionou que ela teria se hospedado em um de seus apartamentos em Nova York. A defesa de Izabel afirmou que ela jamais esteve em propriedades de Epstein, explicando que, quando foi morar nos Estados Unidos para trabalhar, dividiu apartamento com outras modelos em imóvel cedido pela agência que a representava.
  • Eike Batista e Luma de Oliveira – Os arquivos também citam o empresário e sua ex-esposa em correspondências de agosto de 2012, mas a assessoria de Eike afirmou que ele nunca conheceu Epstein e que a menção teria caráter incidental, sem relevância concreta.
  • Arthur Casas – O arquiteto aparece em mensagens que indicam conversas entre seu estúdio e representantes ligados a Epstein sobre uma possível reforma na ilha particular do financista no Caribe. Em nota, sua equipe confirmou que realizou uma visita técnica, mas que o projeto não evoluiu e nenhum serviço foi realizado.
  • Silvio Santos – Uma cena antiga exibida em seu programa também está presente nos arquivos, mas não há indicações de participação direta ou contextualização clara que a relacione a atividades ilícitas.

Especialistas e autoridades ressaltam que nomes incluídos nos documentos podem refletir referências profissionais, contatos ou aparições em registros que não necessariamente apontam envolvimento com o esquema criminoso que motivou a investigação original de Epstein.

A divulgação contínua desses arquivos tem gerado repercussão internacional e local, levantando debates sobre transparência, responsabilidade e interpretação correta das informações. Até o momento, nenhum dos brasileiros citados foi associado formalmente a crimes ligados ao caso Epstein.

O transporte escolar universitário de Vargem Alta tem sido alvo de reclamações por parte de estudantes que utilizam o serviço para se deslocar até instituições de ensino superior em Cachoeiro de Itapemirim. Segundo relatos, a linha atualmente realiza apenas o trajeto pela via principal, deixando de atender comunidades do interior do município.
Com isso, alunos que moram em regiões mais afastadas precisam depender de caronas de familiares e amigos para chegar até a rota principal e, somente então, conseguir acessar o ônibus universitário. A situação tem gerado dificuldades logísticas e insegurança quanto à regularidade do deslocamento diário.
No momento, o impacto do problema é menor porque apenas uma faculdade de Cachoeiro de Itapemirim retomou as aulas, enquanto outras duas instituições ainda estão em período de férias. Essa condição reduz temporariamente o número de estudantes utilizando o transporte.
No entanto, os universitários demonstram preocupação com o retorno total das atividades acadêmicas, quando a demanda pelo serviço deve aumentar de forma significativa. Eles temem que, sem ajustes na rota ou ampliação do atendimento, o transporte se torne insuficiente para atender todos os alunos.
Os estudantes esperam que a situação seja avaliada pelos responsáveis, buscando alternativas que garantam acesso igualitário ao transporte universitário, especialmente para quem reside em comunidades mais distantes da sede do município.

Um momento de grande tensão marcou a partida entre Sampaio Corrêa e Flamengo, válida pelo Campeonato Carioca, na noite desta semana. Durante o jogo, o atleta Alexandre, do Sampaio Corrêa, sofreu uma convulsão em campo, interrompendo a partida e causando apreensão entre jogadores, comissão técnica e torcedores.
Imagens registradas no estádio mostram companheiros e atletas da equipe adversária chamando ajuda de forma imediata, enquanto a equipe médica era acionada. A ambulância entrou rapidamente no gramado, e o jogador recebeu os primeiros atendimentos ainda no local, sendo socorrido com urgência.
O episódio reacende o debate sobre a importância de estruturas médicas bem preparadas e respostas rápidas em competições profissionais, especialmente diante de situações graves e inesperadas que envolvem a saúde dos atletas.
Até o momento, o Sampaio Corrêa não divulgou boletim médico oficial informando o estado de saúde de Alexandre. Novas informações devem ser repassadas assim que houver atualização por parte do clube ou das autoridades médicas responsáveis.

O influenciador digital Henrique Maderite, de 50 anos, foi encontrado sem vida na tarde desta sexta-feira (6) em sua propriedade em Amarantina, distrito de Ouro Preto (MG), segundo informações confirmadas por autoridades locais e veículos de imprensa.
Rádio Itatiaia · 1
Natural de Belo Horizonte (MG), Maderite ganhou notoriedade nas redes sociais com conteúdo humorístico e espontâneo, especialmente por seus bordões como “Sextou, bebê!” e “Sexta-feira, mei dia”, que viralizaram e o tornaram um dos influenciadores mais conhecidos do país, com mais de 2 milhões de seguidores no Instagram.
CNN Brasil
De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o influenciador foi encontrado em um haras de sua propriedade na Estrada do Maracujá, após acionamento por vizinhos. Equipes da Polícia Civil (PCMG) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBMMG) também estiveram no local. A perícia foi chamada para apurar as circunstâncias do óbito, que ainda estão em investigação e não foram oficialmente confirmadas.
CNN Brasil
Amigos, familiares e seguidores lamentaram a notícia nas redes sociais, destacando a alegria e o carisma de Maderite, que marcou a vida de muitos com sua maneira descontraída de celebrar o fim de semana.
CNN Brasil
Autoridades e a comunidade virtual seguem aguardando mais informações oficiais sobre a causa da morte, bem como detalhes sobre velório e cerimônia fúnebre.

Um grupo de voluntários de Vargem Alta está participando de uma missão humanitária no sertão da Bahia, integrando uma ampla ação social e missionária promovida pela Comunidade Evangélica Consumados, de Cachoeiro de Itapemirim.
A iniciativa faz parte do Projeto IndoCec e reúne 51 voluntários de diferentes cidades do Espírito Santo, sendo cinco deles moradores de Vargem Alta. O grupo saiu do estado na sexta-feira (23) e, após cerca de 35 horas de viagem e mais de 1.500 quilômetros percorridos, chegou ao destino no domingo (24).
Atualmente, a equipe atua no município de João Dourado (BA) e deve visitar outros quatro municípios ao longo da missão, com retorno previsto para o próximo fim de semana. O trabalho tem como objetivo conhecer de perto a realidade das comunidades, atender famílias em situação de vulnerabilidade e oferecer apoio social, emocional e espiritual.
Além das ações humanitárias, a missão possui um forte caráter evangelístico. Os voluntários realizam visitas domiciliares, momentos de oração, cultos e conversas de acolhimento, levando uma mensagem de fé, esperança e amor por meio de Jesus Cristo às pessoas atendidas.
Até o momento, já foram distribuídas mais de 100 cestas básicas, além da oferta de serviços gratuitos como corte de cabelo, cuidados com a pele, manicure e pedicure. As ações buscam atender necessidades imediatas, mas também transmitir esperança e encorajamento espiritual em regiões marcadas por dificuldades sociais e econômicas.

Uma das voluntárias da missão, Amanda Zampirolli, destacou que a experiência tem sido marcante e transformadora.
“Estar aqui é algo que mexe muito com a gente. Ver de perto a realidade dessas famílias nos faz valorizar ainda mais o que temos. Mais do que levar ajuda material, estamos levando amor, cuidado e uma mensagem de esperança por meio de Jesus. Cada conversa, cada oração e cada abraço mostram que pequenas atitudes podem gerar grandes transformações”, afirmou.

Participar dessa missão tem sido uma experiência profundamente marcante, e gratificante, por servir e ser fonte na vida das pessoas. A gente chega com o coração disposto a ajudar, mas acaba recebendo muito mais do que entrega. Cada família, cada história e cada sorriso nos lembram do verdadeiro sentido do amor, que se entregou por nós naquela cruz. Poder levar esperança, cuidado e a mensagem de Jesus a essas pessoas é algo que vai ficar para sempre comigo”, destacou Manuella.


Também participante da missão, Márcia Fernandes, que realiza sua primeira viagem missionária para tão longe, afirmou que a experiência tem sido única.
“Nunca imaginei ir tão longe para uma missão, mas estar aqui tem sido transformador. Cada passo da viagem e cada encontro confirmam que vale a pena sair da nossa zona de conforto para levar amor, fé e esperança às pessoas.”


Segundo os voluntários, muitas das localidades visitadas enfrentam carência de serviços básicos e poucas oportunidades. A missão busca não apenas suprir necessidades pontuais, mas também plantar sementes de fé e esperança, reforçando valores de solidariedade, empatia e cuidado com o próximo.
A participação de moradores de Vargem Alta reforça o engajamento do município em ações solidárias e missionárias, levando o nome da cidade a iniciativas que unem assistência humanitária e evangelismo, com impacto direto na vida de centenas de pessoas no interior da Bahia.

Um navio-hospital chinês da Marinha do Exército de Libertação Popular, identificado como Silk Road Ark, atracou no Píer Mauá, no Rio de Janeiro, em janeiro de 2026 como parte da chamada Missão Harmony 2025, uma operação humanitária internacional da China.

A embarcação, que permanece no porto por alguns dias, tem gerado debate público e institucional no Brasil sobre os propósitos da visita, a transparência das atividades e a fiscalização de eventuais atendimentos médicos a brasileiros.

Autoridades chinesas afirmaram que o navio visa promover intercâmbio de conhecimentos, treinamentos conjuntos e atividades culturais, além de atividades abertas ao público e demonstrações de terapias tradicionais, como acupuntura e outras práticas médicas.

Por outro lado, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) solicitou esclarecimentos às autoridades brasileiras sobre a possibilidade de o navio estar oferecendo atendimento médico à população sem a devida autorização legal. Em um ofício encaminhado à Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), o conselho questionou se existe autorização formal, quem seria o público atendido e se profissionais estrangeiros estariam devidamente habilitados para atuar no país, conforme as normas que regem a prática médica no Brasil.

Na sequência, representantes do CREMERJ relataram que foram impedidos de realizar uma vistoria completa no navio para checar a situação, incluindo a interferência de autoridades consulares estrangeiras e presença de militares durante a tentativa de fiscalização.

A Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, por sua vez, informou que não está sendo realizado atendimento médico no navio e que a presença da embarcação no Rio tem caráter diplomático e de intercâmbio profissional, sem oferta de serviços clínicos ao público brasileiro.

O episódio também motivou questionamentos no âmbito diplomático e militar, já que integrantes das Forças Armadas brasileiras e parte do Itamaraty levantaram pontos sobre a ausência de detalhes claros sobre os objetivos da missão e a presença de equipamentos técnicos no navio, o que gerou certa apreensão quanto à transparência da operação.

As autoridades brasileiras ainda não divulgaram uma posição final uniformizada sobre a missão e a presença da embarcação no país. O debate segue em curso entre órgãos reguladores, conselhos profissionais e setores do governo, enquanto a visita do navio-hospital chama a atenção da população e de especialistas.

Um relatório recente divulgado por uma missão independente da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que ocorreram violações de direitos humanos na Venezuela, incluindo detenção arbitrária, tortura e tratamento cruel de crianças e adolescentes, em conexão com eventos políticos e protestos no país.

De acordo com o documento da missão, que analisou a situação após a eleição presidencial de 28 de julho de 2024, as autoridades venezuelanas teriam usado instrumentos legais para justificar prisões de civis, incluindo jovens, por suposta promoção de crimes como “terrorismo”. Em vários casos, menores sob investigação foram detidos sem as garantias processuais previstas por normas internacionais de proteção à infância.

O relatório também destaca que, em algumas ocorrências, menores de idade foram mantidos em condições que não respeitaram padrões internacionais de proteção, com relatos de inacesso a assistência jurídica e comunicação com familiares nos primeiros dias de detenção.

Autoridades internacionais que participaram da investigação afirmam que essas práticas podem não ter respeitado as garantias legais mínimas previstas no direito internacional, como a proteção especial de crianças e adolescentes, e expressaram preocupação com a situação desses jovens detidos.

O documento da ONU também aponta a existência de detenção arbitrária, desaparecimentos forçados de curta duração, tortura e violência sexual como parte de um padrão que teria sido utilizado para silenciar críticos ou opositores reais ou percebidos.

Organizações internacionais de direitos humanos, como a Amnesty International, corroboram relatos de que centenas de pessoas, incluindo crianças e adolescentes, podem ter sido alvo de prisões consideradas arbitrárias e condições de detenção inadequadas por participar de protestos ou atividades críticas ao governo.

A divulgação do relatório ocorre no contexto de preocupação global com a situação dos direitos humanos no país sul-americano. A missão da ONU recomenda que o Estado venezuelano garanta o respeito às normas internacionais, restabeleça o direito de menores à proteção diferenciada e abra canais de diálogo com a comunidade internacional para esclarecer as denúncias.

Até o momento, não há uma declaração oficial detalhada do governo venezuelano em resposta a esse relatório em relação às acusações específicas envolvendo menores.

O fornecimento de energia elétrica foi restabelecido entre o meio-dia e 12h30 desta segunda-feira (05/01/2026) em algumas comunidades de Vargem Alta, como Limeira e São João.

Apesar disso, moradores de Capivara, Morro do Sal e Taquarussu continuam sem energia elétrica. A interrupção começou após as chuvas do fim de semana e ainda não foi totalmente resolvida.

A falta de luz trouxe vários transtornos. Moradores relatam perda de alimentos guardados em geladeiras e freezers. Em muitas casas da zona rural, também houve falta de água, já que o abastecimento depende de bomba elétrica.

Pequenos comércios e atividades produtivas estão paralisados. Trabalhadores afirmam que não conseguem produzir nem atender clientes sem energia.

Diante da situação, moradores informam que registraram reclamações na empresa responsável pelo fornecimento de energia. Também houve cobrança por providências junto às autoridades.

Além disso, as comunidades se uniram para se ajudar. Moradores passaram a trocar informações, orientar uns aos outros e compartilhar o que fazer enquanto aguardam a normalização do serviço.

Onde a energia voltou, o sentimento é de alívio. Nas localidades que seguem sem luz, cresce a expectativa por uma solução definitiva e por informações oficiais sobre prazos e medidas para evitar novos apagões.

O espaço segue aberto para manifestação dos órgãos e empresas responsáveis.

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