No ‘Dia do Psicólogo’, CIIR destaca a atuação dos profissional à reabilitação de pacientes

Complexo de Reabilitação gerenciado pelo CIIR tem três parques tecnológicos para assistência dos usuários na capital paraense

Por Pallmer Barros (CIIR)

27/08/2024 08h24

Nesta terça-feira (27), quando é lembrado o “Dia do Psicólogo”, o Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR), em Belém, enfatiza a data destacando a importância do profissional na Assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) assistidos pela instituição. 

Para tanto,  o Núcleo de Atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (Natea); e os Centros Especializados, em Reabilitação (CER IV), e em Transtorno do Espectro Autista (Cetea), que desenvolvem uma linha de cuidado centrado na pessoa conduzido por 28 psicólogos distribuídos em Psicoterapeutas, Terapeutas ABA e Psicólogos Clínicos. 

Atuando no Natea, Ana Braga destaca que a reabilitação intelectual desenvolvida pela Psicologia utiliza técnicas e procedimentos baseados na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), o que possibilita desenvolver o indivíduo não somente em seus aspectos individuais, mas como consequência desenvolver melhorias e mudanças nos aspectos relacionais, sendo possível a partir de si mudar o ambiente e as relações com as outras pessoas. 

“Com base nas avaliações e reavaliações, são criadas metas de acordo com o plano terapêutico singular. As metas trabalhadas, principalmente na Casa Funcional, uma dentre as ferramentas terapêuticas na reabilitação ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), estão voltadas para habilidades sociais, emocionais, convivência social, independência e autonomia nas Atividades de Vida Diária (AVD)”. 

Suporte – É uma casa com todos os cômodos, objetos e um ambiente totalmente real, para que o usuário possa ser estimulado a aprender e realizar as tarefas do dia a dia com êxito. “A Casa Funcional simula o mais próximo possível à realidade vivenciada pelo usuário, trabalhando as questões de habilidades sociais. A terapia recebe um reabilitando autista que tenha um repertório de habilidades básicas já pré-estabelecidas e adquiridas. Ele precisa saber reconhecer, por exemplo, o que é um prato e qual finalidade o objeto possui ou identificar emoções e sentimentos que surgem ao longo do contato com os colegas durante as intervenções e, partir disso, aprender estratégias de autorregulação emocional”, explica a terapeuta ABA, Ana Braga. 

A terapia estimula atividades básicas, proporcionando autonomia para desenvolver uma boa higiene pessoal e o preparo de alimentos, dentre outros objetivos da ferramenta terapêutica.

Tendo a Casa Funcional como suporte em seu acompanhamento, Brenda Melissa, 13 anos, contabiliza ganhos em seu quadro clínico. O pai, Antônio Gonçalves, de 65 anos, pontua o desenvolvimento da menina e destaca a importância da atuação da Psicologia. 

“Ela conquistou a socialização. Antes de ser acompanhada no Natea, ela não conversava com as pessoas. Não menos importante, a higiene pessoal também está sendo conquistada. Com as atividades de cortar alimentos, na cozinha, a Brenda ganhou coordenação motora. A Casa Funcional está sendo fundamental na reabilitação dela, tendo o suporte da Psicologia em parceria com a Terapia Ocupacional”, celebra o genitor.

Referência – O CIIR é referência no Pará na assistência de média e alta complexidade às Pessoas com Deficiência (PcDs) visual, física, auditiva e intelectual. Os usuários podem ter acesso aos serviços do Centro por meio de encaminhamento das unidades de Saúde, acolhidos pela Central de Regulação de cada município, que por sua vez encaminha à Regulação Estadual. O pedido será analisado conforme o perfil do usuário pelo Sistema de Regulação Estadual (SER).

Serviço:

O Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação é um órgão do Governo do Pará administrado pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O Centro funciona na Rodovia Arthur Bernardes, n° 1.000, em Belém. Mais informações: (91) 4042-2157/ 58 /59.

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Redação Espírito Santo Sem Limite

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Um trágico episódio de violência familiar abalou a cidade de Itumbiara (GO) na madrugada desta quinta-feira (12). O secretário de Governo da prefeitura, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, atirou contra os seus dois filhos dentro da residência da família e, em seguida, cometeu suicídio, conforme informado pela Polícia Civil de Goiás.

O filho mais velho, de 12 anos, identificado como Miguel Araújo Machado, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos. O filho mais novo, de 8 anos, foi encaminhado ao Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos, passou por cirurgia e chegou a ser internado em estado grave, mas posteriormente sua morte também foi confirmada em alguns relatos, enquanto outras fontes ainda mencionam estado crítico.

As autoridades informaram que não há indícios da participação de terceiros no caso, e a investigação corre sob responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil, que instaurou procedimento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.

Horas antes do episódio, Thales publicou em suas redes sociais um vídeo com os filhos e declarações de amor, incluindo mensagens nas quais aparecia junto às crianças em momentos familiares. Em outra publicação, ele mencionou dificuldades pessoais e um possível fim do relacionamento com a mãe das crianças, o que, segundo reportagens locais, poderia ter relação com o desfecho trágico, embora a motivação exata siga sob investigação.

Thales era casado com Sarah Tinoco Araújo, filha do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (União Brasil), o que aumentou a comoção na cidade. Diante da tragédia, a Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias, suspendendo eventos e atividades públicas em respeito às vítimas e seus familiares.

O episódio provocou forte comoção na comunidade local e reacende debates sobre saúde mental, violência familiar e prevenção, reforçando a necessidade de atenção e apoio a situações de sofrimento emocional e conflitos pessoais.

Novos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no contexto das investigações sobre o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais antes de sua morte em 2019, incluem menções a nomes de brasileiros e instituições do Brasil, o que tem atraído atenção da mídia e do público.

É importante destacar que constar nos documentos não significa envolvimento em atividades criminosas. Os arquivos incluem e-mails, registros de agenda e outras comunicações que podem mostrar contatos pontuais, menções ou referências, e passam a ser analisados por autoridades e pesquisadores no mundo todo.

Entre os brasileiros mencionados estão:

  • Luciana Gimenez – O nome da apresentadora surgiu em registros que indicam transferências financeiras entre 2014 e 2019 nas quais ela aparece como destinatária. Luciana publicou comunicado em redes sociais negando qualquer ligação com Jeffrey Epstein e afirmando que nunca manteve contato com ele, além de repudiar as atividades ilegais atribuídas ao financista.
  • Izabel Goulart – A modelo foi citada em uma troca de e-mails de 2011 em que Epstein mencionou que ela teria se hospedado em um de seus apartamentos em Nova York. A defesa de Izabel afirmou que ela jamais esteve em propriedades de Epstein, explicando que, quando foi morar nos Estados Unidos para trabalhar, dividiu apartamento com outras modelos em imóvel cedido pela agência que a representava.
  • Eike Batista e Luma de Oliveira – Os arquivos também citam o empresário e sua ex-esposa em correspondências de agosto de 2012, mas a assessoria de Eike afirmou que ele nunca conheceu Epstein e que a menção teria caráter incidental, sem relevância concreta.
  • Arthur Casas – O arquiteto aparece em mensagens que indicam conversas entre seu estúdio e representantes ligados a Epstein sobre uma possível reforma na ilha particular do financista no Caribe. Em nota, sua equipe confirmou que realizou uma visita técnica, mas que o projeto não evoluiu e nenhum serviço foi realizado.
  • Silvio Santos – Uma cena antiga exibida em seu programa também está presente nos arquivos, mas não há indicações de participação direta ou contextualização clara que a relacione a atividades ilícitas.

Especialistas e autoridades ressaltam que nomes incluídos nos documentos podem refletir referências profissionais, contatos ou aparições em registros que não necessariamente apontam envolvimento com o esquema criminoso que motivou a investigação original de Epstein.

A divulgação contínua desses arquivos tem gerado repercussão internacional e local, levantando debates sobre transparência, responsabilidade e interpretação correta das informações. Até o momento, nenhum dos brasileiros citados foi associado formalmente a crimes ligados ao caso Epstein.

O transporte escolar universitário de Vargem Alta tem sido alvo de reclamações por parte de estudantes que utilizam o serviço para se deslocar até instituições de ensino superior em Cachoeiro de Itapemirim. Segundo relatos, a linha atualmente realiza apenas o trajeto pela via principal, deixando de atender comunidades do interior do município.
Com isso, alunos que moram em regiões mais afastadas precisam depender de caronas de familiares e amigos para chegar até a rota principal e, somente então, conseguir acessar o ônibus universitário. A situação tem gerado dificuldades logísticas e insegurança quanto à regularidade do deslocamento diário.
No momento, o impacto do problema é menor porque apenas uma faculdade de Cachoeiro de Itapemirim retomou as aulas, enquanto outras duas instituições ainda estão em período de férias. Essa condição reduz temporariamente o número de estudantes utilizando o transporte.
No entanto, os universitários demonstram preocupação com o retorno total das atividades acadêmicas, quando a demanda pelo serviço deve aumentar de forma significativa. Eles temem que, sem ajustes na rota ou ampliação do atendimento, o transporte se torne insuficiente para atender todos os alunos.
Os estudantes esperam que a situação seja avaliada pelos responsáveis, buscando alternativas que garantam acesso igualitário ao transporte universitário, especialmente para quem reside em comunidades mais distantes da sede do município.

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