Artigo discute os limites e a necessidade de controle sobre órgãos fiscalizadores.
O artigo assinado por Roberto Caminha Filho levanta uma reflexão sobre quem exerce controle sobre aqueles que têm a função de fiscalizar. O texto aborda a importância da transparência e da responsabilidade também por parte das instituições e agentes responsáveis por supervisionar ações públicas e privadas.
Segundo o autor, a ausência de mecanismos eficazes de controle pode gerar distorções e comprometer a confiança nas estruturas de fiscalização. A análise propõe um debate sobre equilíbrio institucional, destacando que todo poder precisa de limites e acompanhamento.
O tema é apresentado como essencial para o fortalecimento da democracia e para garantir maior justiça e equidade na atuação dos órgãos fiscalizadores.


















