Filho de Camilo Cola, ele acompanhou a ascensão de uma das maiores empresas de transporte do Brasil e manteve raízes profundas no Espírito Santo
Camilo Cola Filho, o “Camilinho”, morreu nesta segunda-feira (9), aos 69 anos, em São Paulo. Internado no Hospital Albert Einstein, ele não resistiu — a causa da morte ainda não foi divulgada.
Filho do empresário e ex-deputado federal Camilo Cola, Camilinho cresceu entre os motores, mapas e estradas que desenharam a trajetória do Grupo Itapemirim, um dos maiores nomes do transporte rodoviário no país. Durante décadas, acompanhou de perto o legado da família, profundamente enraizado em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo.
Discreto, mas sempre presente nos bastidores dos negócios da família, Camilinho fez parte de uma geração que viu o ônibus como símbolo de conexão entre os brasileiros, em um tempo em que as viagens de estrada tinham o peso de epopeias. Foi nesse cenário que o sobrenome Cola ganhou projeção nacional, sustentado por uma combinação de empreendedorismo, visão logística e fidelidade às origens capixabas.
Segundo amigos próximos, o velório será realizado nesta terça-feira (10), a partir das 15h, na fazenda Pindobas, em Venda Nova do Imigrante, na região serrana do Estado. O local, de valor sentimental para a família, será também o cenário do último adeus.

























