Fim da cobrança na origem e redução de incentivos fiscais desafiam o Estado a manter empresas e investimentos
A partir de 2026, o Espírito Santo dará os primeiros passos para a reforma tributária, que promete mudar a forma como os impostos sobre produtos são cobrados. Uma das principais alterações é o fim da tributação na origem, que passará a ser feita no destino, ou seja, onde a mercadoria chega. Para um Estado com grande produção industrial, mas mercado consumidor relativamente pequeno, essa mudança gera preocupação. Outro ponto delicado é a redução de incentivos fiscais, historicamente usados para atrair empresas e fortalecer a economia local.
Apesar dessas mudanças, especialistas afirmam que nem o governo estadual nem os municípios devem sofrer queda na arrecadação. O verdadeiro desafio será reter investimentos e evitar a saída de empresas para outras regiões do país.
“O Espírito Santo precisará focar em políticas que garantam a permanência de empreendimentos e mantenham a atividade econômica em crescimento”, apontaram consultores presentes ao debate.

























