Fabrício pode ficar de fora do governo Jorginho; aumenta a insatisfação na segurança pública do Estado – e outros destaques – Sc em Pauta

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O governador Jorginho Mello (PL) ainda não decidiu se muda o colegiado neste mês ou deixará para fevereiro. A novidade é que o ex-prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (PL), poderá ficar na estrada e ser deixado de fora do governo. Até então praticamente confirmado para compor o secretariado, a situação de Fabrício mudou nos últimos dias.

O principal motivo da possível mudança seria uma tentativa do governador de se reaproximar do deputado estadual Carlos Humberto Silva (PL). A relação ficou abalada desde que Silva foi preterido por Jorginho, que apoiou a decisão de Fabrício de lançar Peeter Lee Grando (PL) para disputar a Prefeitura de Balneário Camboriú. O parlamentar se rebelou e se aproximou de Juliana Pavan (PSD), que venceu a eleição. A partir daí, Carlos Humberto começou a ser integrado ao grupo comandado pela pessedista e é visto com simpatia no PSD.

O fato é que, temendo perder um deputado na Assembleia Legislativa, o governador quer fazer um gesto para Carlos Humberto e, dando certo, Fabrício ficará de fora. “Primeiro ele (governador) quer ajustar as pontas com o Carlos Humberto. E aí, o Fabrício roda”, afirmou uma fonte ligada ao governo.

MDB

Chiodini ainda não definiu o futuro – Imagem: Divulgação

O entendimento no Centro Administrativo é que, em relação ao MDB, a possibilidade de ingresso do partido no Governo do Estado está mais próxima. Uma conversa deve ser realizada durante este final de semana. Porém, entre os emedebistas, o sentimento é de ceticismo. Enquanto nada se define, o deputado federal Carlos Chiodini (MDB) aguarda o posicionamento de seu partido em relação à eleição da mesa diretora da Câmara Federal. Ele deve ser o indicado do MDB para um dos cargos.

Distanciamento?

Há um descontentamento silencioso em Blumenau. Enquanto lideranças como o deputado estadual Ivan Naatz (PL) e o presidente do BRDE, João Paulo Kleinubing, têm grande força na gestão do prefeito Egídio Ferrari (PL), tendo, inclusive, indicado nomes para cargos, o ex-prefeito Mário Hildebrandt (PL) parece não gozar do mesmo prestígio. Há quem diga que Ferrari quer manter uma certa distância, tanto que não aproveitou nenhum nome indicado por Hildebrandt. Agora, o que pegou mesmo, segundo fontes, foi uma declaração dada pelo prefeito a um colega jornalista local, Pedro Machado: “Acabou qualquer possibilidade de confusão ou de desvios. Acabou a possibilidade de ter qualquer tipo de coisa errada ou confusão. E a polícia, em vez de entrar lá para a operação, vai estar lá dentro todo dia. Tem um policial lá como presidente da autarquia trabalhando para que as coisas aconteçam”, afirmou.

Críticas?

A fala do prefeito de Blumenau, Egídio Ferrari (PL), em relação ao Samae surpreendeu por parecer uma crítica à gestão de seu antecessor, Mário Hildebrandt (PL). Uma fonte me disse que, até o momento, o ex-prefeito não quis se manifestar. Para o comando do Samae, Ferrari fez uma escolha pessoal: o delegado Alexandre Vargas.

Insatisfação

A cada dia que passa, as críticas ao governador Jorginho Mello (PL) só aumentam no setor de segurança pública. Usado pela propaganda do governo, que anuncia Santa Catarina como o estado mais seguro, o fato é que Jorginho parece ter perdido a mão, tanto na falta de valorização quanto na falta de diálogo e, até mesmo, de respeito com os profissionais que cuidam da segurança pública. Se fizerem uma pesquisa entre os policiais, é bem provável que o governo apresente um forte índice de reprovação.

Parceria

Xepa e Pavan firmam parceria – Imagem: Caroline Poerner

Os prefeitos Alexandre Xepa (PL), de Itapema, e Leonel Pavan (PSD), de Camboriú, assinaram um termo de cooperação para pavimentar e modernizar a estrada do Morro do Encano, uma via histórica que conecta os dois municípios. A obra promete melhorar a mobilidade urbana, reduzir o tráfego na BR-101 e impulsionar o turismo e o transporte de mercadorias. Deputados estaduais, como Emerson Stein (MDB), Carlos Humberto Silva (PL) e Júnior Cardoso (sem partido), participaram da cerimônia e garantiram apoio por meio de emendas parlamentares. Segundo o acordo, as prefeituras serão responsáveis pelo projeto técnico e os parlamentares colaborarão para viabilizar os recursos.

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Redação Espírito Santo Sem Limite

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Um trágico episódio de violência familiar abalou a cidade de Itumbiara (GO) na madrugada desta quinta-feira (12). O secretário de Governo da prefeitura, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, atirou contra os seus dois filhos dentro da residência da família e, em seguida, cometeu suicídio, conforme informado pela Polícia Civil de Goiás.

O filho mais velho, de 12 anos, identificado como Miguel Araújo Machado, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos. O filho mais novo, de 8 anos, foi encaminhado ao Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos, passou por cirurgia e chegou a ser internado em estado grave, mas posteriormente sua morte também foi confirmada em alguns relatos, enquanto outras fontes ainda mencionam estado crítico.

As autoridades informaram que não há indícios da participação de terceiros no caso, e a investigação corre sob responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil, que instaurou procedimento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.

Horas antes do episódio, Thales publicou em suas redes sociais um vídeo com os filhos e declarações de amor, incluindo mensagens nas quais aparecia junto às crianças em momentos familiares. Em outra publicação, ele mencionou dificuldades pessoais e um possível fim do relacionamento com a mãe das crianças, o que, segundo reportagens locais, poderia ter relação com o desfecho trágico, embora a motivação exata siga sob investigação.

Thales era casado com Sarah Tinoco Araújo, filha do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (União Brasil), o que aumentou a comoção na cidade. Diante da tragédia, a Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias, suspendendo eventos e atividades públicas em respeito às vítimas e seus familiares.

O episódio provocou forte comoção na comunidade local e reacende debates sobre saúde mental, violência familiar e prevenção, reforçando a necessidade de atenção e apoio a situações de sofrimento emocional e conflitos pessoais.

Novos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no contexto das investigações sobre o financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais antes de sua morte em 2019, incluem menções a nomes de brasileiros e instituições do Brasil, o que tem atraído atenção da mídia e do público.

É importante destacar que constar nos documentos não significa envolvimento em atividades criminosas. Os arquivos incluem e-mails, registros de agenda e outras comunicações que podem mostrar contatos pontuais, menções ou referências, e passam a ser analisados por autoridades e pesquisadores no mundo todo.

Entre os brasileiros mencionados estão:

  • Luciana Gimenez – O nome da apresentadora surgiu em registros que indicam transferências financeiras entre 2014 e 2019 nas quais ela aparece como destinatária. Luciana publicou comunicado em redes sociais negando qualquer ligação com Jeffrey Epstein e afirmando que nunca manteve contato com ele, além de repudiar as atividades ilegais atribuídas ao financista.
  • Izabel Goulart – A modelo foi citada em uma troca de e-mails de 2011 em que Epstein mencionou que ela teria se hospedado em um de seus apartamentos em Nova York. A defesa de Izabel afirmou que ela jamais esteve em propriedades de Epstein, explicando que, quando foi morar nos Estados Unidos para trabalhar, dividiu apartamento com outras modelos em imóvel cedido pela agência que a representava.
  • Eike Batista e Luma de Oliveira – Os arquivos também citam o empresário e sua ex-esposa em correspondências de agosto de 2012, mas a assessoria de Eike afirmou que ele nunca conheceu Epstein e que a menção teria caráter incidental, sem relevância concreta.
  • Arthur Casas – O arquiteto aparece em mensagens que indicam conversas entre seu estúdio e representantes ligados a Epstein sobre uma possível reforma na ilha particular do financista no Caribe. Em nota, sua equipe confirmou que realizou uma visita técnica, mas que o projeto não evoluiu e nenhum serviço foi realizado.
  • Silvio Santos – Uma cena antiga exibida em seu programa também está presente nos arquivos, mas não há indicações de participação direta ou contextualização clara que a relacione a atividades ilícitas.

Especialistas e autoridades ressaltam que nomes incluídos nos documentos podem refletir referências profissionais, contatos ou aparições em registros que não necessariamente apontam envolvimento com o esquema criminoso que motivou a investigação original de Epstein.

A divulgação contínua desses arquivos tem gerado repercussão internacional e local, levantando debates sobre transparência, responsabilidade e interpretação correta das informações. Até o momento, nenhum dos brasileiros citados foi associado formalmente a crimes ligados ao caso Epstein.

O transporte escolar universitário de Vargem Alta tem sido alvo de reclamações por parte de estudantes que utilizam o serviço para se deslocar até instituições de ensino superior em Cachoeiro de Itapemirim. Segundo relatos, a linha atualmente realiza apenas o trajeto pela via principal, deixando de atender comunidades do interior do município.
Com isso, alunos que moram em regiões mais afastadas precisam depender de caronas de familiares e amigos para chegar até a rota principal e, somente então, conseguir acessar o ônibus universitário. A situação tem gerado dificuldades logísticas e insegurança quanto à regularidade do deslocamento diário.
No momento, o impacto do problema é menor porque apenas uma faculdade de Cachoeiro de Itapemirim retomou as aulas, enquanto outras duas instituições ainda estão em período de férias. Essa condição reduz temporariamente o número de estudantes utilizando o transporte.
No entanto, os universitários demonstram preocupação com o retorno total das atividades acadêmicas, quando a demanda pelo serviço deve aumentar de forma significativa. Eles temem que, sem ajustes na rota ou ampliação do atendimento, o transporte se torne insuficiente para atender todos os alunos.
Os estudantes esperam que a situação seja avaliada pelos responsáveis, buscando alternativas que garantam acesso igualitário ao transporte universitário, especialmente para quem reside em comunidades mais distantes da sede do município.

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